A defesa de Richard Ferreira Tristão, motociclista de aplicativo preso temporariamente pela morte de Joice Batiston, de 27 anos, informou que protocolou na Justiça, nesta terça-feira (7), um pedido de revogação da prisão temporária do investigado. O advogado também negou que Richard tenha cometido homicídio.
Segundo informações divulgadas pelo g1 Sul de Minas/EPTV, Richard prestou depoimento à Polícia Civil na última quinta-feira (2), acompanhado do advogado Marcio Berti. Na versão apresentada pela defesa, Joice teria caído da garupa da motocicleta durante uma corrida solicitada por aplicativo.
Ainda conforme o advogado, após a queda, a jovem teria ficado desacordada. Richard, então, teria deixado o local para procurar ajuda. Quando retornou, segundo a versão apresentada, Joice já não estaria mais onde havia caído.
A defesa informou ainda que o motociclista afirma não saber o que teria provocado a queda. O advogado também disse que não havia qualquer relação anterior entre Richard e Joice antes da corrida.
Richard Ferreira Tristão não se apresentou à polícia logo após o ocorrido. Ele foi preso no dia 25 de junho e, durante o primeiro interrogatório na delegacia, optou por permanecer em silêncio, informando que só prestaria depoimento na presença de um advogado.
De acordo com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp-MG), o investigado segue preso no Presídio de Varginha desde a data da prisão. Ainda segundo a secretaria, esta é a única passagem dele pelo sistema prisional.
Em nota, a Polícia Civil informou que o inquérito segue em andamento, com a realização das diligências necessárias. A corporação afirmou ainda que novas informações serão divulgadas em momento oportuno, para não prejudicar as investigações.
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) informou que o caso tramita na 1ª Vara Criminal e de Execuções Penais da Comarca de Varginha e segue sob segredo de Justiça.
Fonte: g1 Sul de Minas / EPTV.
